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Escolher bem é uma habilidade — não um talento inato

O Feito a Fazer nasceu da percepção de que muitas pessoas sofrem profissionalmente não por falta de capacidade, mas por excesso de ruído, expectativa externa e decisões apressadas.

Escolher carreira, mudar de rumo ou sustentar uma decisão importante raramente é simples — e quase nunca somos preparados para isso.

Nossa história

Após acompanhar os resultados de inúmeros processos seletivos, foi possível observar de perto um padrão recorrente: a frustração de jovens que não são selecionados. Em grande parte dos casos, os pareceres das equipes de recrutamento apontam menos para falta de capacidade e mais para uma desconexão entre os interesses de vida e carreira desses jovens e as vagas para as quais concorrem.
Mas o cenário não é menos preocupante entre os que são selecionados. Muitos iniciam o trabalho e, em pouco tempo, percebem que aquela escolha não faz sentido. Surgem a desmotivação, a tristeza e a apatia. Alguns permanecem por necessidade financeira, cumprem suas funções, mas vivem contando as horas para ir embora.
Outros pedem desligamento e seguem em busca de outra oportunidade — muitas vezes sem mais clareza do que antes. Essas situações são muito mais comuns do que costumamos imaginar e revelam um problema estrutural: decisões profissionais feitas sem reflexão suficiente tendem a gerar frustração, tanto para quem contrata quanto para quem trabalha.
Um espaço para decisões
que fazem sentido